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Genivaldo foi detido: não tinha capacete.
Morreu na câmara de gás de viatura da PRF- aboliu disciplina de direitos humanos.
Bolsovirus o chamou de marginal por ser preto e pobre; foi flagrado em motociatas sem capacete.
Difusor do COVID, exterminador de indígenas: sim,Marginal!
trecho apontado: “Bolsovirus o chamou de marginal por ser preto e pobre; foi flagrado em motociatas sem capacete. Difusor do COVID, exterminador de indígenas: sim,Marginal!”
O autor associa a palavra 'marginal' à condição de ser preto e pobre, reforçando estereótipo racista e classista, e usa termos como 'exterminador de indígenas' que desumanizam e incitam ódio contra o grupo político e contra minorias.
termos do filtro: câmara de gás
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A esquerdalha vagabunda não sobrevive a mais 4 anos fora do poder… Antes do dia 7 de setembro era LULALAU na frente. Agora os principais Esquerdomídias anunciam a vitória do Mito no 1o turno. É um aviso: “façam alguma coisa urgente ou vamos todos morrer”! Que morram de inanição
trecho apontado: “Que morram de inanição”
O autor expressa desejo de morte por fome contra um grupo político, o que constitui desumanização e incitação à violência. Embora o alvo seja 'esquerdalha', o contexto de desejo de morte por privação econômica pode ser interpretado como aporofobia, mas o principal é a desumanização explícita.
termos do filtro: vagabunda
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F*dam-se comunistas, resto de gente que gosta de mamar na teta sem trabalhar! O pior ja vem para vocês! Serão varridos para debaixo do tapete da história! Vermes vão morrer! https://t.co/LLWo4INFts
trecho apontado: “Vermes vão morrer!”
O autor chama os comunistas de 'vermes' e deseja sua morte, desumanizando o grupo e incitando violência. A associação a 'mamar na teta sem trabalhar' também reforça estereótipo aporofóbico contra quem depende de políticas sociais.
termos do filtro: vermes
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ANDERSON LUIS DE MORAES@deputadomoraes · PL/RJ Quem não vê que por trás da Anita liderando no Spotify e do Mendigo comedor está a demolição de todos nossos parâmetros de beleza, cultura e valores morais, melhor ficar esperto, pq a vítima pode estar sendo você, ou pior, sua família! Vigia, o inimigo é astuto!🙏🇧🇷
trecho apontado: “Mendigo comedor”
O termo 'Mendigo comedor' é usado de forma pejorativa para desumanizar uma pessoa em situação de rua, associando-a a algo sujo e ameaçador, e o contexto sugere que essa pessoa é vista como parte de uma suposta degradação cultural e moral.
termos do filtro: mendigo
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Cláudio Castro está fazendo campanha eleitoral matando preto e favelado!
trecho apontado: “matando preto e favelado”
A frase acusa o político de matar pessoas negras e pobres, usando termos que estigmatizam grupos raciais e socioeconômicos, e a acusação de matar é uma forma de desumanização e incitação à hostilidade.
termos do filtro: favelado
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O prefeito do interior pode mandar moradores de rua para BH! E eu não posso devolver para a cidade o mesmo morador de rua que o prefeito mandou para cá?
Que lógica é essa? Lógica do mimimi!! Vou mandar de volta, sim! E os primeiros vou mandar cinco vezes mais, para servir de exemplo para os prefeitos! Assim, todos os outros prefeitos vão entender o recado!
Porque, se construirmos 10 mil vagas de abrigo, eles mandam mais 20 mil do interior e de outros estados para cá. Faz o V ✌🏻, digite 20 e resolva o problema!
trecho apontado: “mandar moradores de rua para BH! E eu não posso devolver para a cidade o mesmo morador de rua que o prefeito mandou para cá? ... Vou mandar de volta, sim! E os primeiros vou mandar cinco vezes mais, para servir de exemplo para os prefeitos!”
O autor trata pessoas em situação de rua como objetos que podem ser transferidos entre cidades, usando-os como instrumento de disputa política. A ameaça de enviar 'cinco vezes mais' demonstra desumanização e incitação à discriminação contra esse grupo vulnerável.
termos do filtro: mimimi
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BRUNO ANDRE DE SOUZA@brunosouzasc · PSB/SC 🚨 Estudante da UFSC acolhe morador de rua e acaba sendo violentada.
ENTENDA: o “bom mendigo” é um mito… um mito perigoso!
Pesquisas mostram que cerca de 90% de quem vive nas ruas é dependente químico e 80% já teve passagem pela polícia. NÃO EXISTE inocência nas ruas! https://t.co/isqucDT4XS
trecho apontado: “o “bom mendigo” é um mito… um mito perigoso! ... NÃO EXISTE inocência nas ruas!”
O autor generaliza e desumaniza pessoas em situação de rua, tratando-as como inerentemente perigosas e sem inocência, o que constitui aporofobia (ódio a pobres) e desumanização do grupo.
termos do filtro: mendigo
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Essa política de segurança suja, nojenta e terrorista é feita pra matar favelado.
A Comissão de Direitos Humanos da ALERJ que acompanha os desdobramentos dessa operação que ocorreu na Vila Cruzeiro vai cobrar respostas sobre essa conduta completamente violenta e descabida.
trecho apontado: “Essa política de segurança suja, nojenta e terrorista é feita pra matar favelado.”
O autor generaliza e deprecia pessoas que moram em favelas, usando o termo 'favelado' de forma pejorativa e afirmando que a política de segurança visa matá-los, o que constitui ofensa a um grupo socioeconômico.
termos do filtro: favelado
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LUCAS DA RE POLESE@lucaspolesees · PL/ES @OtoniDepFederal tirar ainda mais do bolso do trabalhador, pra dar pro parasita que acumula, a cada mês, mais um auxílio social novo que é criado.
Se o sr fosse pastor mesmo, conheceria o Gênesis, “com o suor do teu rosto, comerás o teu pão”. É uma ordem de Deus, que vocês legislam para burlar.
trecho apontado: “pra dar pro parasita que acumula, a cada mês, mais um auxílio social novo que é criado”
O termo 'parasita' é usado de forma pejorativa para se referir a pessoas que recebem auxílios sociais, desumanizando-as e associando-as a algo que vive às custas dos outros, o que configura aporofobia (aversão a pobres) e desumanização.
termos do filtro: parasita
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ANDERSON LUIS DE MORAES@deputadomoraes · PL/RJ A quem interessa tanta desinformação? Vermes defensores de VAGABUNDOS!
trecho apontado: “Vermes defensores de VAGABUNDOS!”
O autor usa 'vermes' para desumanizar os defensores de pessoas que ele chama de 'vagabundos', termo pejorativo que estigmatiza pessoas em situação de pobreza ou desemprego, configurando aporofobia e desumanização.
termos do filtro: vermes
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“Quem prega o fim da quarentena pode dizer, como Bolsonaro, q se preocupa com essa gente (a pobreza).
Desconfio que seja o contrário. Preocupa-se, isto sim, c o fato de o Estado ajudar —mesmo q de forma provisória— toda essa ralé”. Vale a pena ler
https://t.co/mEK1ijm976
trecho apontado: “toda essa ralé”
O autor usa o termo pejorativo 'ralé' para se referir a pessoas pobres, depreciando-as e reforçando estigma de classe.
termos do filtro: ralé
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BRUNO ANDRE DE SOUZA@brunosouzasc · PSB/SC 🚨 Eu tentei resolver. Sabia o perigo que era manter um hotel para moradores de rua. Estávamos prestes a encerrar essa política absurda, a licitação vencia em agosto, era só deixar vencer e pronto. Mas a atual secretária de assistência social reverteu tudo.
Quando fui secretário, esvaziei o hotel e lutei para que homens não fossem mais “hospedados”.
Eu sabia o risco de manter homens instáveis, dependentes químicos, convivendo com mulheres e crianças. Era um barril de pólvora.
Ela, no entanto, preferiu o discurso bonito do “acolhimento” e da “humanização”.
Hoje, o resultado está aí: homens, mulheres, crianças, todos hospedados juntos, em um ambiente que virou abrigo de confusão, uso de drogas e motel para dependentes químicos. Tudo pago por você.
Cada hóspede custa R$ 160 por dia.
Nenhuma cidade de Santa Catarina tem um hotel para moradores de rua. Só Florianópolis.
E depois a Prefeitura ainda pergunta “por que tantos vêm pra cá?” Ora, estão sendo convidados. Recebem hotel gratuito.
A política estava praticamente resolvida. Bastava coragem pra deixar acabar.
Mas enquanto a Prefeitura insistir nesse modelo de “acolher”, palavra bonita pra permissividade, o caos urbano vai continuar crescendo.
Florianópolis não precisa de mais desordem.
Precisa de ordem, disciplina e coragem pra fazer o que é certo: FECHAR ESSE HOTEL!
trecho apontado: “homens instáveis, dependentes químicos, convivendo com mulheres e crianças. Era um barril de pólvora.”
O autor associa pessoas em situação de rua (especialmente homens) a perigo, instabilidade e dependência química, usando a metáfora 'barril de pólvora' para sugerir que são uma ameaça iminente, o que estigmatiza e deprecia esse grupo social.
termos do filtro: barril
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Esquerdistas passaram anos enchendo o saco por causa do “ihu” do Bolsonaro e nos entregam Lula falando CIDADÕES. E não, não pensem que ele ainda não foi corrigido pela sua assessoria, porque esta não é a primeira vez! Acontece que ele faz questão de ser visto como um analfabeto pra pagar de humilde. No fim das contas fica parecendo um retardado, aliás, dando ênfase ao que naturalmente ele é: um sindicalista vagabundo e desqualificado.
trecho apontado: “retardado, aliás, dando ênfase ao que naturalmente ele é: um sindicalista vagabundo e desqualificado”
O autor usa 'retardado' como xingamento direcionado a Lula, e associa sua origem sindical a 'vagabundo e desqualificado', depreciando a classe trabalhadora.
termos do filtro: retardado
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DIMAS MECCA SAMPAIO@majormecca · PL/SP Recado do ministro Osmar Terra
Para Ludmilla: sua música é crime;
Para Fátima Bernardes: expor isso em seu programa é crime;
Para os maconheiros: seu futuro pode ser retardo mental, esquizofrenia, burrice, baixo salário...
Para a sociedade: mobilize-se!
https://t.co/ssVVn5I6KZ
trecho apontado: “seu futuro pode ser retardo mental, esquizofrenia, burrice, baixo salário...”
O autor usa termos pejorativos como 'retardo mental' e 'burrice' para estigmatizar pessoas com deficiência intelectual, e associa 'baixo salário' a uma condição depreciativa, configurando capacitismo e aporofobia.
termos do filtro: retardo mental
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JOICE CRISTINA HASSELMANN@joicehasselmann · PSL/SP Esse bando de idiotas? A ralé do baixo clero na Câmara? Que dureza! Dá até vergonha
trecho apontado: “ralé do baixo clero”
O termo 'ralé' é usado pejorativamente para desumanizar e depreciar um grupo de pessoas (parlamentares do baixo clero), associando-os a uma classe baixa e desprezível. Embora o alvo seja um grupo político, a palavra carrega forte conotação de classe, configurando aporofobia e xingamento pessoal.
termos do filtro: ralé
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RODRIGO LORENZINI ZUCCO@delegadozucco · REPUBLICANOS/RS Em plena tarde útil, a cena se repete: manifestação da CUT e MST em frente ao Palácio Piratini, com jovens que poderiam estar trabalhando, crianças expostas e até consumo de bebida alcoólica. Enquanto a indústria gaúcha clama por mão de obra, muitos preferem viver de protesto e assistencialismo. Reivindicam sem saber o quê, ocupam ruas no horário comercial e depois vendem os benefícios que recebem. O Brasil não vai pra frente com essa cultura do vitimismo e da dependência.
trecho apontado: “muitos preferem viver de protesto e assistencialismo. Reivindicam sem saber o quê, ocupam ruas no horário comercial e depois vendem os benefícios que recebem. O Brasil não vai pra frente com essa cultura do vitimismo e da dependência.”
O autor associa manifestantes a pessoas que vivem de assistencialismo e dependência, desqualificando suas reivindicações e estigmatizando grupos socioeconomicamente vulneráveis, o que configura aporofobia (preconceito contra pobres).
termos do filtro: vitimismo
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LUCAS DA RE POLESE@lucaspolesees · PL/ES @joaoamoedonovo reconstruir o Brasil é o que Bolsonaro está fazendo, enquanto gente da sua laia tenta destruí-lo. Verme banqueiro, que vive da desgraça do povo brasileiro.
trecho apontado: “Verme banqueiro, que vive da desgraça do povo brasileiro.”
O autor chama o interlocutor de 'verme', um xingamento desumanizante, e o associa a 'banqueiro', usando a condição de banqueiro como algo negativo e ligado à exploração do povo, o que pode ser considerado aporofobia (preconceito contra classe econômica).
termos do filtro: verme
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LEANDRO SILVA DE JESUS@voucomleandro · PL/BA O militante ralé de esquerda é aquele sujeito incompetente que encontrou nas pautas socialistas falsos pretextos para justificar mediocridades. Ex: Para o preguiçoso maconheiro é conveniente cobrar reparação social com a narrativa de q um "opressor" foi o causador dos seus males.
trecho apontado: “O militante ralé de esquerda é aquele sujeito incompetente que encontrou nas pautas socialistas falsos pretextos para justificar mediocridades. Ex: Para o preguiçoso maconheiro é conveniente cobrar reparação social com a narrativa de q um "opressor" foi o causador dos seus males.”
O autor usa o termo pejorativo 'ralé' para se referir a militantes de esquerda, associando-os a incompetência e mediocridade, e também chama um grupo de 'preguiçoso maconheiro', depreciando pessoas com base em classe e estereótipos. Isso constitui ofensa a um grupo socioeconômico e xingamento pessoal.
termos do filtro: ralé
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@CNNBrasil @Lucas_Neves_81 Bolsonarista acha que prisão é colônia de férias para os seus bandidos de estimação . Se for preto e favelado, querem é bandido morto!
trecho apontado: “Se for preto e favelado, querem é bandido morto!”
O autor associa 'preto e favelado' a bandido e sugere que os bolsonaristas desejam a morte dessas pessoas, reforçando estereótipos racistas e classistas.
termos do filtro: favelado
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BRUNO ANDRE DE SOUZA@brunosouzasc · PSB/SC 🚨 URGENTE! MPSC quer abordagem sem armas à moradores de rua. Ou seja, a segurança do policial não importa!
É incrível que o MP ainda acredite no mito do “bom mendigo” e ignorem que a MAIORIA possui extensa ficha policial (não é raro encontrar homicidas, por exemplo).
trecho apontado: “mito do “bom mendigo” e ignorem que a MAIORIA possui extensa ficha policial (não é raro encontrar homicidas, por exemplo)”
O autor usa o termo 'mendigo' de forma pejorativa e generaliza que a maioria dos moradores de rua tem ficha criminal, associando-os a criminosos, o que desumaniza e estigmatiza esse grupo social.
termos do filtro: mendigo
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"XANDÃO!! " - Moraes é ovacionado pela esquerda parasita maconheira ao lado do LULA https://t.co/AqeBUsxq1t
trecho apontado: “esquerda parasita maconheira”
O termo 'parasita' é usado de forma pejorativa para desumanizar e depreciar um grupo político (a esquerda), associando-o a algo que vive às custas de outros. Além disso, 'maconheira' é um xingamento que estigmatiza o grupo por uso de drogas, reforçando o ataque.
termos do filtro: parasita
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BRUNO ANDRE DE SOUZA@brunosouzasc · PSB/SC 🚨 REDE GLOBO ATACA SC
Santa Catarina virou alvo da militância da Rede Globo. Ontem à noite, no Fantástico, um programa que já foi admirado e respeitado, mas hoje virou palco para delinquentes intelectuais, nos atacaram de forma desleal. 🎭📺
Tentaram carimbar nosso estado de higienista só porque encaramos a realidade sobre as pessoas de rua. A velha cartilha da esquerda continua a mesma. O mito do bom mendigo, a fantasia de que todos estão nas ruas por falta de oportunidade ou culpa do “sistema excludente”. Nada mais mentiroso. ❌
E Santa Catarina tem todo direito de não seguir essa ideologia falida. Aliás, só estamos na frente porque muitos municípios já abandonaram o coitadismo e a ilusão romântica da rua. Mesmo assim, ainda estamos longe do necessário. ⚠️
O Fantástico, que já foi referência, agora repete o mesmo diagnóstico equivocado de 30 anos, o mesmo responsável pela multiplicação do problema nas nossas ruas. 📉
Enquanto o Brasil cresce 1 por cento ao ano, a população de rua cresce 35 por cento ao ano e dobra a cada três anos. Será que os militantes de redação realmente não se perguntam por quê? 🤔
Em quinze minutos de reportagem, não tiveram coragem de dedicar sequer um minuto para os efeitos devastadores das drogas. Nem para lembrar da escolha trágica feita em 2006, quando a lei 11.343 parou de punir o usuário de crack e outras drogas. Fantástico nem cita. 💊🔥
A correlação entre a banalização das drogas e a explosão da população de rua é óbvia, mas proibida de ser dita. Porque, para essa turma, só existe uma narrativa. O mito do bom mendigo e o mito do catarinense higienista. ✨
trecho apontado: “O mito do bom mendigo, a fantasia de que todos estão nas ruas por falta de oportunidade ou culpa do 'sistema excludente'. Nada mais mentiroso.”
O autor usa o termo 'mendigo' de forma pejorativa e generaliza pessoas em situação de rua, desqualificando a discussão sobre suas causas e reforçando estereótipos negativos contra esse grupo social.
termos do filtro: mendigo
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Quer ver um exemplo? Por que o mendigo envolvido em um possível caso de estupro virou uma celebridade? Está sendo cogitado até mesmo para ser representante político? Ele conseguiu conquistar a atenção de todo o Brasil após ter relações sexuais com uma mulher em surto psicótico.
trecho apontado: “mendigo ... após ter relações sexuais com uma mulher em surto psicótico”
O termo 'mendigo' é usado de forma pejorativa para desumanizar e estigmatizar uma pessoa em situação de rua, configurando aporofobia. Além disso, a expressão 'mulher em surto psicótico' reduz a pessoa à sua condição de saúde mental, reforçando estigmas e configurando capacitismo.
termos do filtro: mendigo, surto psicótico
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LEANDRO SILVA DE JESUS@voucomleandro · PL/BA O pobre na Bahia é tratado pelo PT de @costa_rui como escravos dependentes de migalhas e favores. Antes da fraudemia a senzala era ideológica, agora os grilhões aprisionam o povo na favela, na miséria sob "lockdown e toque de recolher". A casa-grande é o Palácio de Ondina!
trecho apontado: “O pobre na Bahia é tratado pelo PT de @costa_rui como escravos dependentes de migalhas e favores. Antes da fraudemia a senzala era ideológica, agora os grilhões aprisionam o povo na favela, na miséria sob "lockdown e toque de recolher". A casa-grande é o Palácio de Ondina!”
O autor usa metáforas de escravidão (senzala, grilhões, casa-grande) para descrever a situação dos pobres, desumanizando-os ao compará-los a escravos e sugerindo que são dependentes de migalhas, o que reforça estereótipos de classe e inferioriza o grupo.
termos do filtro: senzala
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BRUNO ANDRE DE SOUZA@brunosouzasc · PSB/SC 👷♂️Atendimento para trabalhadores: fila e vala comum.
🤡 Atendimento para quem não quer trabalhar e usar drogas: https://t.co/21li9nWTf6
trecho apontado: “quem não quer trabalhar e usar drogas”
O autor associa pessoas que usam drogas à falta de vontade de trabalhar, estigmatizando e desumanizando esse grupo, o que configura aporofobia (preconceito contra pobres e marginalizados) e reforça estereótipos negativos.
termos do filtro: não quer trabalhar